Sessão da Câmara de Vereadores de Araranguá aborda segurança para mulheres em atividades físicas noturnas

A segurança de mulheres que praticam atividades físicas à noite foi tema de discussão na Câmara de Vereadores de Araranguá. O debate foi impulsionado por relatos de assédio em locais públicos, apresentados pelo vereador Douglas Michels, que destacou a necessidade de rondas policiais reforçadas e iluminação adequada.

Durante a sessão, Michels enfatizou a urgência em identificar e responsabilizar os responsáveis por abordagens inadequadas. Ele propôs medidas conjuntas entre o Poder Público, forças de segurança e a comunidade para ampliar a segurança na cidade.

Além disso, preocupações com a segurança no interior de Araranguá foram mencionadas, incluindo relatos de furtos que afetam diretamente os agricultores, conforme detalhado pelo 1º Secretário da Câmara.

Nelson Soares, outro vereador, propôs a avaliação de alternativas tecnológicas como o ‘botão do pânico’, projetado para mulheres que já possuem medidas protetivas. Ele sugeriu a ampliação deste recurso para situações de violência em espaços públicos, aproveitando o aplicativo PMSC Cidadão.

Integração comunitária e alternativa tecnológica

Joel Casagrande trouxe ao debate uma experiência de São Ludgero, onde um aplicativo integra a comunidade à polícia, permitindo compartilhamento de imagens das câmeras residenciais. A implementação de ideia semelhante em Araranguá contribuiria para a segurança das mulheres e a participação ativa dos cidadãos na prevenção ao crime.

Propostas para iluminação pública

A solicitação de substituição de lâmpadas na área do Hospital H-Con, no bairro Mato Alto, foi registrada. A medida visa proporcionar mais segurança aos praticantes de exercícios noturnos na região, destacando a baixa luminosidade como um desafio a ser enfrentado pelo Poder Executivo.

Envolvimento das autoridades de segurança

Durante as discussões, surgiu a proposta de convidar novamente as policiais da Rede Catarina para uma reunião na Câmara, visando orientar a população sobre os mecanismos de proteção disponíveis e discutir possíveis novas alternativas diante das situações de risco relatadas.

Essas ações visam não apenas aumentar a segurança, mas também promover um ambiente onde a prática de atividades físicas possa ser realizada com tranquilidade e respeito.

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