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Caso Joviana: Ministério Público denuncia jovem por feminicídio após fim de relacionamento em Sangão

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) apresentou denúncia contra José Gustavo Rabelo, de 21 anos, por feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. A vítima, Joviana Evelyn Iankovski,…

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  • O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) apresentou denúncia contra José Gustavo Rabelo, de 21 anos, por feminicídio qualificado e ocultação de…
  • A vítima, Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, foi morta em Sangão após decidir encerrar o relacionamento com o acusado, segundo informações…
  • O relacionamento de poucos meses entre eles era marcado por conflitos e reconciliações, culminando em um fim trágico quando, conforme a promotoria,…
Imagem de capa horizontal 16:9 sem textos: caso joviana ministério público retrata feminicídio após fim de relacionamento em Sangão.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) apresentou denúncia contra José Gustavo Rabelo, de 21 anos, por feminicídio qualificado e ocultação de cadáver. A vítima, Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos, foi morta em Sangão após decidir encerrar o relacionamento com o acusado, segundo informações da 2ª Promotoria de Justiça de Jaguaruna.

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu na madrugada do dia 7 de agosto de 2026, após o casal retornar de um evento em Criciúma. O relacionamento de poucos meses entre eles era marcado por conflitos e reconciliações, culminando em um fim trágico quando, conforme a promotoria, Rabelo matou a jovem com um golpe de estrangulamento, popularmente conhecido como “mata-leão”.

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Conforme informações divulgadas pelo Ministério Público, o corpo de Joviana foi encontrado três dias após o crime, escondido na residência de Rabelo, que teria usado o celular da vítima para enviar mensagens à família dela, tentando simular normalidade. Essa situação ocorreu durante o período do “Agosto Lilás”, campanha de conscientização contra a violência doméstica.

Denúncia e qualificadoras do Ministério Público

A promotora de Justiça Raísa Carvalho Simões Rollin explicou que o crime foi praticado em um contexto de violência doméstica e familiar, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima. O MPSC pede que Rabelo seja julgado pelo Tribunal do Júri, além de uma indenização mínima de R$ 100 mil à família de Joviana pelos danos causados.

Investigações e resistência da vítima

As investigações revelaram que Joviana tentou resistir à agressão, com laudos periciais apontando lesões compatíveis com tentativas de afastar a pressão sobre seu pescoço. O inquérito policial, conduzido pela Polícia Civil, forneceu elementos que embasaram a denúncia apresentada pela promotoria.

Prisão preventiva do acusado

José Gustavo Rabelo está preso preventivamente à espera do recebimento da denúncia pelo Judiciário. O caso chocou a comunidade local e trouxe à tona discussões sobre a persistência da violência contra a mulher, ressaltando a importância de campanhas contínuas de conscientização.

Repercussão social do caso

O caso teve grande repercussão, principalmente devido ao sonho interrompido de Joviana, que havia ingressado recentemente na faculdade. A promotora destacou a brutalidade do crime, ocorrido durante uma campanha de conscientização. A expectativa é que o julgamento no Tribunal do Júri traga justiça à vítima e sua família.

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