Um médico de 34 anos, que estava foragido desde a última semana, foi preso em Criciúma após violar uma medida protetiva. O investigado, procurado pela Polícia Civil desde o dia 20, foi capturado nesta quarta-feira.
A prisão foi solicitada pela delegada responsável pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Araranguá e acatada pela Justiça. Segundo a polícia, ele continuou publicando vídeos ofensivos contra a ex-companheira enquanto estava foragido.
As autoridades informaram que as publicações incluem acusações e deboches sobre o processo em andamento. Conforme divulgado pelo G1, novas investigações estão sendo feitas para verificar possíveis crimes como calúnia e injúria.
Publicações ofensivas e investigação policial
Mesmo após a emissão do mandado de prisão, o médico teria permanecido ativo nas redes sociais, publicando vídeos em que debochava da situação e atacava verbalmente a ex-companheira e outras pessoas envolvidas. A polícia relatou que, durante esse período, ele também tentava incitar mulheres a entrarem em contato com ele.
Ainda segundo o G1, suas manifestações online poderiam configurar novos crimes. Além disso, outras pessoas, como uma proprietária de laboratório, registraram queixas devido a acusações de fraude feitas nos vídeos do investigado.
Prisão em Criciúma e apreensão de substâncias
O foragido foi localizado com a ajuda de amigos e a DPCAMI de Araranguá, em conjunto com a DIC/DRR de Criciúma, conseguiu efetuar a prisão. Durante a abordagem, foram encontradas substâncias entorpecentes com o médico, resultando na lavratura de um Termo Circunstanciado além do cumprimento do mandado de prisão.
A delegacia destacou a importância da colaboração entre as unidades para a localização do foragido. As investigações continuam em relação às publicações realizadas durante o período em que ele estava foragido, avaliando-se a prática de novos crimes.
Impacto das ações e continuidade das investigações
Outras vítimas relataram ameaças e intimidações em várias localidades, ampliando o escopo das investigações. Conforme destacado pelas autoridades, para salvaguardar as vítimas e seus familiares, a identidade do médico está sendo preservada.
A ação coordenada entre as delegacias mostra a gravidade do caso e a preocupação das autoridades em proteger as vítimas contra a violência e possíveis intimidações contínuas.
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