Ninguém nos entregou um manual oficial, mas muitas de nós crescemos como se ele existisse.Um manual invisível, transmitido em frases simples e gestos cotidianos:seja educada, sorria, não crie conflito, seja compreensiva, dê um jeito, ajude, ceda.Desde cedo, aprendemos que ser mulher é estar disponível.Disponível para ouvir, acolher, cuidar e agradar.Disponível para dizer sim, mesmo quando o corpo pede pausa, a alma pede silêncio e o coração pede distância.O “sim” feminino foi treinado como virtude.O “não”, como falha de caráter.E, quando ele aparece, logo surgem os questionamentos:“Não esperava isso de você”, “você sempre foi tão gentil”, “o que aconteceu contigo?”.Aprender a dizer não, muitas vezes, vem acompanhado de culpa.Culpa por decepcionar, por parecer egoísta, por não corresponder às expectativas.E também do desconforto que esse limite provoca nos outros, especialmente naqueles que amamos.Durante muito tempo, nosso valor esteve associado à capacidade de servir, sustentar, resolver e suportar.Quando isso muda, a sensação é de perda de valor.Mas o que chamávamos de gentileza, muitas vezes, era apenas um excesso de “sins” que nos apagava.Aprender a dizer não não é aprender a ser dura.É aprender a ser inteira.É aprender a estabelecer limites.E limite não é rejeição, é autocuidado.É honestidade consigo e com o outro.É reconhecer que tempo, corpo e energia são finitos e preciosos.Quantas mulheres vivem exaustas não porque fazem demais, mas porque dizem sim demais?Quantas adoecem não por falta de amor, mas por falta de limite?Dizer não é um ato íntimo e, muitas vezes, solitário.Nem sempre será compreendido ou celebrado.Mas quando nasce do amor próprio, ele reorganiza prioridades, revela relações e constrói fronteiras mais saudáveis.Talvez o maior aprendizado não seja apenas dizer não aos outros,mas dizer não à ideia de que precisamos estar sempre disponíveis para merecer amor.Que possamos aprender, pouco a pouco,a escutar o corpo antes de responder,a honrar o cansaço,a respeitar nossos ciclos.E que o nosso não seja dito sem violência,mas também sem pedidos de desculpa.Porque quando uma mulher aprende a dizer não,ela não se fecha para o mundoela se abre para sie aprende a dizer sim para si mesma.Existe uma erva que nos ensina, com muita sabedoria, a dizer não.Quer saber qual é?Siga meu Instagram (@auroraoficial.om), logo farei uma postagem falando sobre ela e como utilizá-la no processo de criar limites e dizer, com mais presença, sim a você mesma. Navegação de Post Romaria de Nossa Senhora Mãe dos Homens intensifica preparativos com missa e encontro com patrocinadores Heimatfest: confira a programação desta sexta-feira em Forquilhinha
Ninguém nos entregou um manual oficial, mas muitas de nós crescemos como se ele existisse.Um manual invisível, transmitido em frases simples e gestos cotidianos:seja educada, sorria, não crie conflito, seja compreensiva, dê um jeito, ajude, ceda.Desde cedo, aprendemos que ser mulher é estar disponível.Disponível para ouvir, acolher, cuidar e agradar.Disponível para dizer sim, mesmo quando o corpo pede pausa, a alma pede silêncio e o coração pede distância.O “sim” feminino foi treinado como virtude.O “não”, como falha de caráter.E, quando ele aparece, logo surgem os questionamentos:“Não esperava isso de você”, “você sempre foi tão gentil”, “o que aconteceu contigo?”.Aprender a dizer não, muitas vezes, vem acompanhado de culpa.Culpa por decepcionar, por parecer egoísta, por não corresponder às expectativas.E também do desconforto que esse limite provoca nos outros, especialmente naqueles que amamos.Durante muito tempo, nosso valor esteve associado à capacidade de servir, sustentar, resolver e suportar.Quando isso muda, a sensação é de perda de valor.Mas o que chamávamos de gentileza, muitas vezes, era apenas um excesso de “sins” que nos apagava.Aprender a dizer não não é aprender a ser dura.É aprender a ser inteira.É aprender a estabelecer limites.E limite não é rejeição, é autocuidado.É honestidade consigo e com o outro.É reconhecer que tempo, corpo e energia são finitos e preciosos.Quantas mulheres vivem exaustas não porque fazem demais, mas porque dizem sim demais?Quantas adoecem não por falta de amor, mas por falta de limite?Dizer não é um ato íntimo e, muitas vezes, solitário.Nem sempre será compreendido ou celebrado.Mas quando nasce do amor próprio, ele reorganiza prioridades, revela relações e constrói fronteiras mais saudáveis.Talvez o maior aprendizado não seja apenas dizer não aos outros,mas dizer não à ideia de que precisamos estar sempre disponíveis para merecer amor.Que possamos aprender, pouco a pouco,a escutar o corpo antes de responder,a honrar o cansaço,a respeitar nossos ciclos.E que o nosso não seja dito sem violência,mas também sem pedidos de desculpa.Porque quando uma mulher aprende a dizer não,ela não se fecha para o mundoela se abre para sie aprende a dizer sim para si mesma.Existe uma erva que nos ensina, com muita sabedoria, a dizer não.Quer saber qual é?Siga meu Instagram (@auroraoficial.om), logo farei uma postagem falando sobre ela e como utilizá-la no processo de criar limites e dizer, com mais presença, sim a você mesma.