A Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo-Sul Catarinense (Aciva) promoveu, na noite de terça-feira (23), uma reunião com o agregado do Paraguai, Jhonnu (Jhony) Ojeda, para apresentar a empresários da região as potencialidades do país vizinho como destino para novos investimentos e estratégias de internacionalização. Durante a exposição, Ojeda destacou instrumentos que vêm atraindo operações industriais e comerciais, com ênfase em projetos de maquila e nos incentivos previstos na Lei 60/90, apontados como oportunidades para ampliar competitividade, reduzir custos e acessar mercados externos a partir de estruturas legais mais favoráveis. O agregado reforçou que a proposta não é estimular a transferência de indústrias do Sul de Santa Catarina para o Paraguai, mas sim fomentar uma “interação produtiva” entre os dois lados da fronteira. Segundo ele, a intenção é que empresas brasileiras possam aproveitar facilidades na legislação paraguaia para internacionalizar produtos, diversificar operações e fortalecer resultados, mantendo bases e vínculos com a região de origem. O presidente da Aciva, Jadiel Boza Della Vechia, avaliou o encontro de forma positiva e afirmou que, em cenários de dificuldade, é necessário buscar alternativas. Para ele, discutir novas possibilidades e caminhos de expansão é uma forma de apoiar o empresariado local a encontrar soluções e melhorar o desempenho. A reunião integrou a agenda da entidade voltada à aproximação com mercados e iniciativas que possam abrir frentes de negócios para empresas do Extremo Sul catarinense. Navegação de Post Caso Gritzbach: julgamento é remarcado para fevereiro de 2027 Frio extremo mobiliza equipes em Araranguá: CREAS intensifica abordagens para proteger população em situação de rua