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Júlio Zilli e esposa são condenados por venda fraudulenta de terrenos em Araranguá com prejuízo de R$ 19 milhões

Casal condenado por esquema de vendas fraudulentas que acarretou grande prejuízo econômico e afetou mais de 150 vítimas O casal de empreendedores Júlio César Zilli Vieira e Poliana…

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  • Casal condenado por esquema de vendas fraudulentas que acarretou grande prejuízo econômico e afetou mais de 150 vítimasO casal de empreendedores Júlio…
  • Conforme divulgado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a sentença reconheceu as práticas de estelionato e parcelamento irregular do solo urbano…
  • Os danos causados pelos oito loteamentos investigados, ainda segundo o MPSC, são estimados em pelo menos R$ 19 milhões, afetando mais de…
Capa conceitual sem textos escritos com júlio zilli esposa são, retratando venda de terrenos em Araranguá

Casal condenado por esquema de vendas fraudulentas que acarretou grande prejuízo econômico e afetou mais de 150 vítimas

O casal de empreendedores Júlio César Zilli Vieira e Poliana Pederiva Zilli Vieira, junto a dois corretores, receberam mais uma condenação por envolvimento em um esquema de venda irregular de terrenos. Conforme divulgado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a sentença reconheceu as práticas de estelionato e parcelamento irregular do solo urbano no loteamento Residencial Ana II em Araranguá.

Esta marca a quinta decisão judicial negativa contra o casal, que liderava a empresa responsável pelo empreendimento. Os danos causados pelos oito loteamentos investigados, ainda segundo o MPSC, são estimados em pelo menos R$ 19 milhões, afetando mais de 150 vítimas.

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Os compradores, atraídos por contratos que prometiam futura regularização, nunca receberam as escrituras prometidas. Essa tática levava as vítimas a acreditarem na regularidade do negócio, culminando em um crime de estelionato evidente, segundo o MPSC.

Detalhes das Condenações

Júlio Zilli foi sentenciado a uma pena de sete anos e 12 dias de reclusão em regime inicial semiaberto, por estelionato repetido em quatro casos e infração à Lei de Parcelamento do Solo Urbano. Poliana Vieira, sócia-proprietária da mesma empresa, recebeu uma pena de dois anos, oito meses e 20 dias em regime aberto, pela comercialização irregular de lotes.

Os corretores envolvidos nas vendas foram condenados a um ano de reclusão por negociação de lotes de parcelamento irregular. Essas decisões são parte de uma série de processos ainda em curso contra os acusados, que enfrentam investigações adicionais relacionadas a venda de terrenos em outros loteamentos irregulares.

Histórico de Condenações

A primeira condenação destacou Júlio Zilli com uma pena de 63 anos e 11 meses, enquanto Poliana recebeu 21 anos e nove meses, ambos em regime fechado, por crimes de estelionato e infrações urbanísticas.

O caso envolvendo o Residencial São Paulo resultou em penas que variaram de dois anos e quatro meses a três anos e seis meses de reclusão para os sócios, além da condenação de um corretor reincidente.

No Residencial Barcelona, Júlio Zilli foi condenado a sete anos em regime semiaberto, enquanto Poliana recebeu dois anos e quatro meses em regime aberto, juntamente com a penalização de um corretor de imóveis.

A ação penal referente ao Residencial Ana I também resultou em um veredicto de sete anos, cinco meses e dois dias para Júlio Zilli e cinco anos e vinte dias para Poliana, ambos em regime semiaberto.

Prevenção e Cuidados ao Comprar Lotes

Os consumidores são aconselhados a verificar sempre a regularização do loteamento antes de fechar negócios, prevenindo-se contra fraudes. A consulta junto à Prefeitura e a confirmação no Cartório de Registro de Imóveis são passos essenciais.

Conforme destacado pelo MPSC, o alerta se reitera para evitar que mais pessoas se tornem novas vítimas dos esquemas fraudulentos em terras ainda irregulares e sem autorização legal para venda.

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