A cozinha é um lugar onde sabores e lembranças se encontram.Cada prato carrega histórias, emoções e momentos que permanecem conosco. O filé ao molho poivre é, para mim, mais do que uma receita clássica, é uma expressão da minha paixão pelas carnes e pela técnica que transforma simplicidade em sofisticação. A carne, quando bem tratada, não precisa de excessos. Precisa de respeito ao ponto, ao corte e ao tempo. O calor correto, o descanso necessário e a atenção aos detalhes fazem toda a diferença entre um prato comum e uma experiência memorável. Mas acima de tudo, trabalhar com carne é também um ato de respeito, respeito ao ingrediente e ao animal que a proporciona. Valorizar cada corte, evitar desperdícios e cozinhar com consciência é honrar esse processo e dar sentido àquilo que chega à nossa mesa. O molho poivre, com sua intensidade e notas marcantes, traz personalidade ao prato. A pimenta, longe de ser apenas picante, revela camadas de sabor que aquecem e envolvem, criando um contraste elegante com a suculência do filé. É nesse equilíbrio que encontro a essência da minha cozinha: a fusão. A técnica clássica francesa se encontra com a minha identidade, com meu olhar e com minha forma de sentir a gastronomia, criando algo que vai além da receita, tornando-se uma assinatura. Cozinhar carnes sempre foi, para mim, um exercício de precisão e sensibilidade. É entender que cada corte tem sua história, e que o papel do chef é valorizá-la, não escondê-la. Porque cozinhar é mais do que alimentar, é criar memórias. Chef Fernanda FurtunatoChef de cozinha | Especialista em cozinha de fusão ítalo-brasileira e carnes. Na próxima coluna, seguimos explorando sabores que contam histórias. Navegação de Post Semana começa com chuva intensa e termina com temperaturas amenas em Santa Catarina – Siderópolis Notícias Imóvel tradicional da Cervejaria Saint Bier pode ir a leilão milionário
A cozinha é um lugar onde sabores e lembranças se encontram.Cada prato carrega histórias, emoções e momentos que permanecem conosco. O filé ao molho poivre é, para mim, mais do que uma receita clássica, é uma expressão da minha paixão pelas carnes e pela técnica que transforma simplicidade em sofisticação. A carne, quando bem tratada, não precisa de excessos. Precisa de respeito ao ponto, ao corte e ao tempo. O calor correto, o descanso necessário e a atenção aos detalhes fazem toda a diferença entre um prato comum e uma experiência memorável. Mas acima de tudo, trabalhar com carne é também um ato de respeito, respeito ao ingrediente e ao animal que a proporciona. Valorizar cada corte, evitar desperdícios e cozinhar com consciência é honrar esse processo e dar sentido àquilo que chega à nossa mesa. O molho poivre, com sua intensidade e notas marcantes, traz personalidade ao prato. A pimenta, longe de ser apenas picante, revela camadas de sabor que aquecem e envolvem, criando um contraste elegante com a suculência do filé. É nesse equilíbrio que encontro a essência da minha cozinha: a fusão. A técnica clássica francesa se encontra com a minha identidade, com meu olhar e com minha forma de sentir a gastronomia, criando algo que vai além da receita, tornando-se uma assinatura. Cozinhar carnes sempre foi, para mim, um exercício de precisão e sensibilidade. É entender que cada corte tem sua história, e que o papel do chef é valorizá-la, não escondê-la. Porque cozinhar é mais do que alimentar, é criar memórias. Chef Fernanda FurtunatoChef de cozinha | Especialista em cozinha de fusão ítalo-brasileira e carnes. Na próxima coluna, seguimos explorando sabores que contam histórias.